Patricia

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Sou uma jovem que ama este trabalho que o Senhor me confiou estou como professora e instrumentista nesta obra maravilhosa na cidade de Suzano -SP ...

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A Parábola do Grão de Mostarda

3ª AULA


ASSUNTO: A Parábola do Grão de Mostarda e do Fermento
TEXTO FUNDAMENTAL: Mateus 13:31-39 /Mateus 13:33
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
Introdução
O Senhor Jesus continua ensinando aos discípulos e aos seus servos aquilo que ele deseja para os seus.
Fala agora a respeito do grão de mostarda, que é a menor de todas as sementes e que cresceu muito, além do que é previsto para um pequeno grão. Em que se tornou?

Desenvolvimento
Mt 13:32 – “… faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.” Parece uma coisa boa, mas não é.
Na Bíblia aves do céu são espíritos do mal, ensinos enganadores que se tornam comuns e se aninham nos ramos da grande árvore. Nada faz mal, todos os pecados são permitidos, praticados. E como ninguém se importa, os ramos abrigam toda a sorte de pecados que Deus não quer para os seus.
“… Sede santos, porque eu sou santo.” I Pedro 1:16.
“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” Hebreus 12:14.
Daniel 4:10-12 fala do sonho que o rei Nabucodonosor teve e ninguém conseguiu interpretar. Ele viu uma árvore no meio da terra e era tão grande que chegava até o céu e todo o mundo viu.
Trata de um ensino chamado “ecumenismo”, que reúne todos os povos, gentes, para serem cristãos, podendo crer no que quiser: Salvação por serem bons, adoração aos ídolos, viverem no pecado.
A árvore tinha uma folhagem formosa e nela havia sustento para todos.
O que Jesus disse? “… De graça recebestes, de graça dai.” (Mt 10:8). No entanto eram vendidas a salvação, curas, bênçãos e pecados assim perdoados.
Deus não se agradou daquela árvore e mandou que fosse cortada e as aves do céu, os espíritos de mentira fossem expulsos.
Que coisa tão séria! Jesus fala dessa árvore e no livro de Apocalipse 18:4 lê-se: “E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.”.
Assim o Senhor mostrou o que se passa no campo do homem que não aceita a orientação do verdadeiro dono do campo, o Senhor Jesus. Tudo termina no juízo de Deus. O grão de mostarda – a Palavra – trabalha no coração do homem através da fé, não é coisa aparente, sua ação é pelo Espírito Santo.
Mt 17:20 – “E Jesus lhes disse: (…) Em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.”

A PARÁBOLA DO FERMENTO
“Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado.” Mateus 13:33.
Imediatamente o Senhor fala sobre o fermento. O fermento da igreja viva do Senhor é o mosto do vinho do Pentecoste que vem de dentro para fora.
Foi prometido pelo Senhor aos seus antes de ser elevado às alturas, quando uma nuvem o recebeu, escondendo-o aos olhos dos seus discípulos.
Atos 1:8 – “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.”
Que maravilha fazer parte de um povo que crê neste mosto do Espírito Santo e ser por ele testemunha nestes confins da terra, o momento atual.
O fermento que a mulher usa para levedar e apodrecer a massa das três medidas, que é a obra perfeita do Pai, Filho e Espírito Santo, este fermento é visto na igreja infiel, que se apresenta através do homem que se projeta, de movimentos que pregam vida sem santidade. Essa mulher é a mesma que foi usada pelo inimigo no Éden.
Há um conselho: “Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.” Ap 2:16.
Há uma recompensa: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Ap 2:17.

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